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	<title>Festival Ufsctock 2011 #muitamistura</title>
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		<title>COBERTURA: O povo rachou os pé de tanto sapatear</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 12:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cabruêra]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada melhor que encerrar uma edição histórica do UFSCTOCK com os paraibanos da Cabruêra fazendo história]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2854.jpg"><img class="size-full wp-image-894 aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2854" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2854.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2909.jpg"><br />
</a></p>
<address style="text-align: right;">Texto: Marcelo Andreguetti</address>
<address style="text-align: right;">Fotos: Anninha Piccolo, Rafael Vilela e Pedro Caetano</address>
<p>&nbsp;</p>
<p>Às 7 da noite do dia 2 de outubro de 2011, uma hora depois do previsto e 13 anos depois do ideal, a Cabruera subiu a um palco de Florianópolis. E a ocasião, o público, a energia, tudo contribuiu para que essa primeira experiência dos paraibanos em terras sulistas fosse inesquecível. Ao público, que esbanjou disposição e muita alegria, o presente foi um mergulho supersônico nas tradições culturais nordestinas. Adicionando ao clima de muita mistura do UFSCTOCK 2011, “as minina se alevantaro daquele jeitão” assim que o som antropofágico da Cabruêra começou a se espalhar nas “zoreia” das cerca de mil pessoas presentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2909.jpg"><img class="aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2909" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2909.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/Pedro-Caetano-3873.jpg"><img title="Pedro Caetano-3873" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/Pedro-Caetano-3873.jpg" alt="" width="650" height="433" /></a><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3667-7.jpg"><br />
</a><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3775-11.jpg"><br />
</a></p>
<p>Entre cada música, o vocalista Artur instigava a galera a acompanhar as letras da banda entoando as frases com seu carregado sotaque de Campina Grande. Desde a abertura, com Doce de Coco, um tipo de electro-psych-maracatu-xaxado, o quarteto fez o público tirar o pé do chão para não parar de sapatear até o fim do show. A apresentação durou um pouco mais de uma hora mas, se dependesse da animação geral, continuaria até a passarada começar a cantar na madrugada.</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/Pedro-Caetano-4041.jpg"><img class="size-full wp-image-902 aligncenter" title="Pedro Caetano-4041" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/Pedro-Caetano-4041.jpg" alt="" width="650" height="433" /></a></p>
<p>Artur dominava o palco com carisma e energia de sobra, correndo pra lá e pra cá e interagindo com a platéia. Até um dos pilares da estrutura do palco foi ocupado pelo vocalista durante “Bendito de São José”, um reizado cheio de groove e funk. A interação foi tanta que, no bis, Artur chamou a galera pra mais perto e mergulhou do palco nos braços do público. Coisa que, aliás, serve como um bom símbolo da vibração maluca e intensa que imperava naqueles últimos minutos de festival.</p>
<p>A trajetória do grupo, que se conheceu enquanto estudantes na Universidade Federal de Campina Grande, passa por quatro álbuns, trilhas sonoras, e 11 turnês fora do Brasil. Festivais de alto renome, como Roskilde, Montreaux Jazz Festival e Womad, já tiveram a presença dos paraibanos, que também tem dois de seus discos lançados por selos de terras estrangeiras. Frente a tanta experiência e reconhecimento, parece muito curioso a banda nunca ter se apresentado na região sul até o show no UFSCTOCK. “É como se tivesse uma barreira ali no eixo Rio-São Paulo que não deixava a gente tocar no Brasil todo”, diz Artur, que sublinha também o fato de nunca ter tocado na região norte até a oportunidade surgir ano passado numa turnê com o Circuito Fora do Eixo. O circuito também apoiou a vinda dos caras para essa edição do festival e, foi nessa ligação da banda com o Fora do Eixo, que veio também um envolvimento afetivo da Cabruêra com ideias e festivais como o UFSCTOCK. Uma certa afinidade no estilo de organização e transmissão cultural “faça você mesmo” que inspira cooperações e abre caminhos.<a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/Pedro-Caetano-3873.jpg"><br />
</a></p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2686.jpg"><img class="size-full wp-image-898 aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2686" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2686.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3667-7.jpg"><img class="aligncenter" title="DSC_3667-7" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3667-7.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p>No momento, a Cabruêra prepara um lançamento que explora ligações da música nordestina com suas raízes em tradições da música oriental. Um projeto conceitual que une sons e imagens, com produção de Alberto Mascano, discípulo de Ravi Shankar que é a maior referência brasileira na cítara. A pegada do disco é direcionada e desvendar um “nordeste oculto”, com referências das pinturas rupestres, dos chacras terrestres, e outros símbolos místicos muito presentes no imaginário do povo nordestino. O disco de certa forma resgata os conceitos que guiaram a gravação do clássico Paêbiru de Zé Ramalho e Lula Côrtes e aprofunda-os. Como na reflexão de Artur, “o nordeste é um tipo de vórtex magnético onde várias tradições imagísticas se entrelaçam” e a música do Cabruêra funciona como um prisma que refrata tudo isso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3561-1.jpg"><img class="size-full wp-image-891 aligncenter" title="DSC_3561-1" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3561-1.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p>Coco, cabaçal, reizado, xote, maracatu: a Cabruêra subiu no comboio dessa infinidade de estilos do cancioneiro popular nordestino e nele seguiu sem vergonha de explorar novas fronteiras musicais. É quase um empréstimo do conceito da “antropofagia” de Oswald de Andrade, ao “deglutir” essas inspirações tradicionais da cultura de raíz no Nordeste sob uma nova forma reinventada, o que, nas palavras de Artur, seria uma maneira de expressar um “velho inédito”. E no clímax do show &#8211; uma ciranda que, na falta de adjetivo melhor pra descrever, foi épica -, a velha tradição de povos sertanistas no nordeste foi absorvida pelo negro, branco, gaúcho, rasta, manézinho e punk. A sensação era que ali, naquele curto espaço de tempo, a Ilha de Santa Catarina tinha virado paraibana. Ou que, na verdade, a ideia de “paraibano”, “catarina”, “gaúcho”, “gringo” ou qualquer regionalismo ou tribo cultural desaparecesse, e todos estavam ali unidos numa única tradição cultural universal e plural.</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2794.jpg"><img class="size-full wp-image-896 aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2794" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2794.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2818.jpg"><img class="size-full wp-image-895 aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2818" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2818.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;
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		<title>COBERTURA: Baião de 2 entre rimas e danças</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 00:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[artes o corpo]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[baião de 2]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Teatral Panacéia]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo Panacéia se apresentou na tarde de sexta-feira na UFSC]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-879" title="4" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/4-e1317687770405.jpg" alt="" width="650" height="433" /></p>
<address style="text-align: right;">Texto: Nina Bamberg</address>
<address style="text-align: right;">Fotos: Stefani Santos</address>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sol estava rachando e as pessoas foram se reunindo pelo gramado em frente à Concha Acústica quando viram a movimentação e o plotter do UFSCTOCK. Duas figuras trajando macacões vermelho e branco se alongavam e faziam acrobacias para o aquecimento e o público viu que boa coisa estava vindo.</p>
<p>12:30 já é um horário consagrado na UFSC com uma programação musical, mas essa sexta foi diferente. O Grupo Teatral Panacéia se inscreveu no edital do UFSCTOCK e foi chamado para apresentar o espetáculo Baião de 2. Dirigido por Robson Rodrigues e com Rafael Padawan e Rafael Nagel no elenco.</p>
<p>Duas figuras se aproximam do público e se apresentam, são Cícero e Geraldinho, que estão fugindo da seca do sertão e viajam juntos. Eles usam elementos da cultura popular para apresentar ao público sua história e, com a ajuda do público, disputam para ver quem é melhor nas rimas, na música e na dança. Cordel, trava língua e a música como base, os dois ganham a simpatia do público, que os acompanha durante o tempo do espetáculo com olhar atento.</p>
<p>Cícero e Geraldinho trazem consigo uma homenagem bonita à cultura popular do país e é muito interessante pensar que esse espetáculo foi feito aqui em Santa Catarina, na cidade de São Bento do Sul. O grupo Panacéia, através de pesquisas e parcerias, compreendeu e selecionou quais seriam os elementos utilizados para o Baião de 2 e construíram um jogo de cena ágil e preciso, com um entrosamento gigante entre os atores e grande fluidez do texto, além do contato direto com o público, que torna a experiência toda ainda mais gostosa.</p>
<p>Definitivamente, foi um 12:30 diferente e delicioso, para quem resolveu se abrigar do calor de sexta, debaixo da sombra das árvores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-878" title="3" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/3-e1317687748907.jpg" alt="" width="650" height="433" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-877" title="1" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/1-e1317687690464.jpg" alt="" width="650" height="433" />
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		<item>
		<title>COBERTURA: PicNic nem tão inusitado</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 19:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo sem fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[picnic inusitado]]></category>

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		<description><![CDATA[Praticantes de slack lines, crianças correndo e amigas fumando narguilé ocupam espaços
antes inexplorados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-859" title="(2 of 4)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/2-of-4-e1317668438206.jpg" alt="" width="650" height="433" /></p>
<address style="text-align: right;">Texto: Luisa Pinheiro</address>
<address style="text-align: right;">Fotos: Gabriel Vanini</address>
<p>&nbsp;</p>
<p>O gramado em frente à reitoria da UFSC, que no dia-a-dia pode atrapalhar o caminho dos apressados na Praça da Cidadania, foi um ponto de encontro nesse domingo. Luiz Ricardo de Bettio fazia manobra com um ioiô de rolamento enquanto conversava com os amigos. Ele pratica há sete anos e não conhece muitos adeptos. “Prefiro esquecer o celular do que deixar o ioiô em casa”. Foi por isso que ele trouxe o equipamento para o picnic organizado pelo <a href="http://coletivosemfronteiras.wordpress.com/" target="_blank">Coletivo Sem Fronteiras</a>.</p>
<p>A proposta do piquenique inusitado é valorizar espaços inexplorados da cidade para que as pessoas passem a frequentar esses locais. Desde maio, os encontros acontecem em lugares como o Trapiche da Beira-Mar – no gramado ignorado pela feirinha –, na Av das Rendeiras na Lagoa e no Parque da Luz, na cabeceira da ponte Hercílio Luz. Os seis integrantes do Coletivo trazem apenas uma mesa baixa, tortas e frutas para o lanche coletivo. Eles optaram por não colocar nenhum cartaz avisando que era um picnic agendado. Felipe Miranda, um dos organizadores, diz que o lema é “deixa rolar”. A divulgação é feita no boca a boca e através de redes sociais.</p>
<p>Três meninos sobem numa árvore e um deles deita numa rede com estampa de guerra que alguém pendurou ali. Mãe e filha chegam de bicicleta e a menina resolve tentar se equilibrar numa das seis cordas-bambas amarradas nos troncos das árvores. As slack lines aparecem em todos os encontros. Um grupo de amigas nem sabia do picnic, mas trouxe um narguilé para acompanhar os shows da tarde e aproveitou a grama disponível. Assim é o clima descontraído, familiar e saudável (pelo menos na banquinha de tortas vegan de legumes e baguettes vegetarianas) de um piquenique que não tem tanto de inusitado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/1-of-4-e1317668503318.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-860" title="(1 of 4)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/1-of-4-e1317668503318.jpg" alt="" width="650" height="433" /></a></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-868" title="(4 of 4)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/4-of-4-e1317668719559.jpg" alt="" width="650" height="433" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-861" title="(3 of 4)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/3-of-4-e1317668595762.jpg" alt="" width="650" height="433" />
<div id="tweetbutton858" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Ffestival%2Fcobertura-picnic-nem-tao-inusitado%2F&amp;text=COBERTURA%3A%20PicNic%20nem%20t%C3%A3o%20inusitado&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Ffestival%2Fcobertura-picnic-nem-tao-inusitado%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>
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		<item>
		<title>COBERTURA: Maresia que não enferruja</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 19:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[Rutera]]></category>

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		<description><![CDATA[Rutera desce as montanhas de Caxias do Sul e traz consigo a mensagem de Jah e do rastafarismo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2522.jpg"><img class="size-full wp-image-863 aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2522" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2522.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<address style="text-align: right;">Texto: Marcelo Andreguetti</address>
<address style="text-align: right;">Fotos: Rafael Vilela</address>
<p>&nbsp;</p>
<p>Num clima meio de festival itinerante com múltiplos palcos, a apresentação da Rutera começou oferecendo um contraponto sonoro ao batuque afro do grupo Abayomi. Enquanto na frente do Centro de Cultura e Eventos o grupo de dança e percussão havia explorado o corpo ao extremo, a banda gaúcha subia ao palco transmitindo um clima bem mais etéreo, focado em manifestações do espírito. Evidência disso estava já na primeira música, “Fogo do Criador” &#8211; uma quase oração a Jah, o Deus do movimento rastafari.</p>
<p>“Não há água para apagar o fogo de Jah”. A mensagem do vocalista Seea, com seus longos dreads, acusou o tom de paz e harmonia que a banda explora. O som fortalecido no reggae de raiz e no dub, cheio de ecos, delays e reverbs, é complementado pela mensagem política e religiosa das letras. Uma clara referência a ídolos do rasta, como Burning Spear, que teve seu clássico “Slavery Days” aportuguesado pela Rutera em “Escravidão”, que apareceu por volta da metade do set de 40 minutos.</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2489.jpg"><img class="size-full wp-image-865 aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2489" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2489.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p>Florianópolis sempre teve uma forte identificação com o reggae, portanto não surpreendeu que os rastas logo se aproximassem do palco do UFSCTOCK enquanto o som rolava. O casal Pedro e Lorena, que vendiam tortas naturais no festival e estavam acompanhados da filhinha Luz Marina, foram dois dos que mais demonstravam sintonia com o som da banda. A resposta dada por Pedro a pergunta se era, de fato, um rastafari, foi uma categórica citação de uma oração a Jah, declamada entre o eco e os riffs cheios de maresia da Rutera.</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2495.jpg"><img class="size-full wp-image-864 aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2495" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2495.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a></p>
<p>Mesmo com Floripa sendo um bom mercado para o estilo jamaicano, essa foi a primeira apresentação dos gaúchos na cidade. A banda de Caxias do Sul, que como diz uma de suas músicas faz reggae montanhês, busca uma lógica inversa na promoção de seu trabalho. Em dois anos, foram vários shows em festivais na Europa e na África, como uma turnê por Portugal e Espanha e uma série de shows em Cabo Verde. Gabriel, guitarrista do grupo, acredita que o dub da Rutera tem muita identificação com o público europeu, e a perspectiva de conquistar o os regueiros de lá é bem promissora.</p>
<p>Seea se demonstra animado também pelo contato com a africanidade, como experimentou nos shows em Cabo Verde. “Lá a energia é muito boa, e o público é quente, receptivo e caloroso”, lembra o vocalista, que vê no reggae uma linguagem universal. Para Seea, não importa se é feita na África, na Jamaica ou na fria Caxias do Sul, como no caso da Rutera, a compreensão que a música traz ultrapassa fronteiras regionais.</p>
<p>Quando a noite caía e os gaúchos encerravam o show, o que se via na galera presente no Ufsctock traduzia um pouco essa universalidade. Entre várias havaianas, pipocavam em slow motion alguns pézinhos dos mais diversos &#8211; all stars, sapatilhas, botinas, coturnos, sapatos sociais, tênis de corrida &#8211; movidos pelo ritmo cadenciado e pelo ideal de paz que a Rutera tentava pregar nas cabeças sob esses pézinhos.</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2435.jpg"><img class="size-full wp-image-867 aligncenter" title="ufsctock2011(2011-10-02) 2435" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/ufsctock20112011-10-02-2435.jpg" alt="" width="650" height="431" /></a>
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		<title>COBERTURA: Música retomando seu espaço na USP</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 18:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[guilherme farkas]]></category>
		<category><![CDATA[palco do lago]]></category>

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		<description><![CDATA[Documentário registra bastidores do II Festival do Palco do Lago]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/Screen-shot-2011-10-03-at-2.48.08-PM-e1317664586976.png"><img class="alignnone size-full wp-image-852" title="Screen shot 2011-10-03 at 2.48.08 PM" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/Screen-shot-2011-10-03-at-2.48.08-PM-e1317664586976.png" alt="" width="650" height="406" /></a></p>
<address style="text-align: right;">Mariana Rosa</address>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dia 8 de abril, estudantes resistiram a burocracia das autorizações e se reuniram clandestinamentena Universidade de São Paulo (USP) para curtir o som de quatro bandas independentes no II Festival do Palco do Lago. Os bastidores desta iniciativa estão registrados no documentário Palco do Lago, que foi conferido por quem aguardava o <a href="http://ufsctock.com/muitamistura/musica/cobertura-criolo-emociona-plateia-no-encerramento-da-noite-de-sabado/">show do Criolo</a> na noite de sábado do UFSCTOCK.</p>
<p>O Festival do Palco do Lago foi idealizado no ano passado por Paulo Serber e Juliana Sampaio, ambos estudantes de Ciências Sociais na USP. A proposta é retomar o espaço que nas décadas de 60 e 70 sediou shows de músicos como Gilberto Gil, Jorge Ben e Milton Nascimento, e que hoje está abandonado.</p>
<p>“É importante trazer as pessoas de volta para o espaço público, hoje tudo está privatizado”, diz <a href="http://vimeo.com/guifarkas">Guilherme Farkas</a>, que cursa Audiovisual na Faculdade Anhembi Morumbi e dirigiu a equipe que gravou o documentário.</p>
<p>O registro da noite de apresentações tem trilha da banda Mel Azul e será disponibilizado no Vimeo, depois de ser exibido em outros festivais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/22004907" width="550" height="309" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>&nbsp;
<div id="tweetbutton851" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Faudiovisual%2Fcobertura-musica-retomando-seu-espaco-na-usp%2F&amp;text=COBERTURA%3A%20M%C3%BAsica%20retomando%20seu%20espa%C3%A7o%20na%20USP&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Faudiovisual%2Fcobertura-musica-retomando-seu-espaco-na-usp%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>
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		<title>COBERTURA: Sociedade Break’n&#8217;Soul</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 22:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[break dance]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo de dançarinos de break mostrou seu gingado em frente ao palco durante show da Sociedade Soul]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-847" title="break (2 of 5)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/break-2-of-5-e1317592738172.jpg" alt="" width="650" height="807" /></p>
<address style="text-align: right;">Texto: Aramis Merki</address>
<address style="text-align: right;">Fotos: Gabriel Vanini</address>
<p>&nbsp;</p>
<p>O público que curtia a black music da Sociedade Soul pôde ver também uma apresentação que não estava no cronograma do UFSCTOCK. Uma galera do hip hop chegou, colocou duas madeiras no chão e deu início à passos de dança de rua ali em  frente ao palco. O pessoal costuma ir aos shows da Sociedade Soul pra agitar a pista.</p>
<p>O movimento deles é forte: rola oficina no Centro de Convivência da UFSC, com André Negão. Todos os sábado a Escola Aberta Breakers ensaia no Instituto Estadual de Educação.<br />
Um dos dançarinos, Hiram Galdino, explicou que alguns dos presentes participam de grupos de dança que se reúnem pra sair, dançar e curtir.</p>
<p>Quem assiste à performance também se diverte e vê que a galera tem ritmo, simpatia e até caneta pra emprestar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-846" title="break (3 of 5)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/break-3-of-5-e1317592647461.jpg" alt="" width="650" height="433" /></p>
<p>&nbsp;
<div id="tweetbutton845" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Ffestival%2Fcobertura-sociedade-break%25e2%2580%2599nsoul%2F&amp;text=COBERTURA%3A%20Sociedade%20Break%E2%80%99n%26%238217%3BSoul&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Ffestival%2Fcobertura-sociedade-break%25e2%2580%2599nsoul%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>
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		<title>COBERTURA: Boas energias, corpo e som do Abayomi</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 21:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[artes o corpo]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[abayomi]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo trouxe os movimentos e batidas afro para o festival ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-841" title="DSC_3063-1" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3063-1-e1317592041307.jpg" alt="" width="650" height="431" /></p>
<address style="text-align: right;">Texto: Natalia Livramento</address>
<address style="text-align: right;">Fotos: Anninha Piccolo</address>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por volta das 16h30 da tarde de domingo, corpo e som encontraram-se durante a apresentação do grupo de dança e percussão afro Abayomi. A receptividade calorosa por parte do público presente prova de que o ritmo foi responsável  pelas boas energias que ressoavam por ali.</p>
<p>Uma apresentação dinâmica e poli-rítimica, características imprescindíveis da música africana, mostraram a todos alguns dos ancestrais da música brasileira acompanhada pelas bailarinas que se movimentavam ao sons percussivos. Grande parte do repertório apresentado são composições e experimentações que o grupo faz sobre ritmos tradicionais africanos como o Liberté.</p>
<p>O grupo desenvolve um trabalho de pesquisa e prática sobre os ritmos tradicionais do oeste africano, aproximando curiosos e apaixonados para as oficinas de percussão e dança que acontecem semanalmente no Centro de Convivência da UFSC.</p>
<p>Os curiosos e encantados pelo batuque afro podem acompanhar as atividades do Abayomi <a href="http://grupoabayomi.wordpress.com/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-842" title="DSC_3216-2" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3216-2-e1317592125342.jpg" alt="" width="650" height="431" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-843" title="DSC_3459-4" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/DSC_3459-4-e1317592302164.jpg" alt="" width="650" height="431" />
<div id="tweetbutton840" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Fartes-o-corpo%2Fcobertura-boas-energias-corpo-e-som-do-abayomi%2F&amp;text=COBERTURA%3A%20Boas%20energias%2C%20corpo%20e%20som%20do%20Abayomi&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Fartes-o-corpo%2Fcobertura-boas-energias-corpo-e-som-do-abayomi%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>
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		<title>COBERTURA: Criolo emociona público no encerramento da noite de sábado</title>
		<link>http://ufsctock.com/muitamistura/musica/cobertura-criolo-emociona-plateia-no-encerramento-da-noite-de-sabado/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 21:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[criolo]]></category>

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		<description><![CDATA[  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-815" title="01-pira" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/01-pira.jpg" alt="" width="650" height="431" /></p>
<address style="text-align: right;">Fotos: Rafael Vilela, Pedro Caetano, Gabriel Vanini</address>
<address style="text-align: right;">Texto: Aramis Merki</address>
<address style="text-align: right;"> </address>
<p>Criolo fechou o primeiro dia de UFSCTOCK de forma excepcional. O público e a banda estavam no mesmo transe desde a introdução instrumental de Mariô até o final, quando a geral cantou Demorou. Enquanto DJ Dandan chamava “Vamo fazê barulho, família!”, Criolo declamava suas rimas com inspiração vinda da alma.</p>
<p>Entre as músicas, o público ovacionava aos gritos: “Amor em primeiro lugar”, “preconceito é uma merda!”. Para Subirudoistiozin, o rapper invocou todos a canalizar a energia do momento para as pessoas que estão passando algum tipo de necessidade. Além da poesia na música, os pensamentos que Criolo soltava eram intensos. A ignorância é inquilina do homem ou o homem é inquilino da ignorância?</p>
<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/02-droca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-816" title="02-droca" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/02-droca.jpg" alt="" width="650" height="440" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com as mãos maestrando a banda e o público, o rap/samba/dub/reggae/afrobeat ganhou a energia do jazz antes de Grajauex. E aí o saxofone de Thiago França soou e começou a homenagem à quebrada do Criolo Doido. O dono dos gestos que conduziam a catarse coletiva era dramático em cada canção. Na transcendência do Dub, dançando de olhos fechados, com a cabeça feita pela vibe do som. O moleton e o capuz floresceram rapidamente no poeta. Criolo Doido deu um show dentro de seu show.</p>
<p>O performático bolero <em>Freguês da Meia-Noite</em> recebeu a companhia de <em>Domingo à Tarde</em>, de Nelson Ned. O estilo romântico fez até alguns casais dançarem em par. Duas músicas pra discordar de quem diz que falar de amor é brega. Quando Não existe amor em SP começou, ficou impossível descrever o clima da plateia. Muita gente cantando com tanta emoção quanto a da interpretação de Criolo. Antes de uma pausa estratégica, a Praça da Cidadania se transportou para <em>Bogotá</em>. Foi melhor que <em>Passárgada</em>. Durante o pequeno intervalo o público gritou para que a banda voltasse. Ela voltou e deixou o recado de que <em>ninguém vai dizer o que se deve fazer nessa porra</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-817" title="03-vanini" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/03-vanini-e1317586162242.jpg" alt="" width="650" height="414" /></p>
<p>Daniel Ganjaman, o lendário ex-Planet Hemp, fez questão de dizer que o UFSCTOCK já está na agenda dos festivais independentes. Foi o reconhecimento do evento pelo Homem Ganja, um dos principais produtores da cena atual. O barulho que o público fez para os músicos estremeceu até as vidraças da Reitoria. Aplausos, assobios e um agradecimento de joelhos à Ganjaman, dos teclados; Marcelo Cabral, do Contrabaixo; ao guitarrista Guilherme Helt; à Pupilo, baterista; Thiago França, da flauta transversal, do sax e do cavaco; ao percussionista Maurício Badé nas congas e cuíca; e ao espirituoso DJ Dandan. No time também tá junto o rapper Correria, que estava no trampo da venda de CDs e Vinis do <em>Nó na Orelha</em>.</p>
<p>&nbsp;
<div id="tweetbutton802" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Fmusica%2Fcobertura-criolo-emociona-plateia-no-encerramento-da-noite-de-sabado%2F&amp;text=COBERTURA%3A%20Criolo%20emociona%20p%C3%BAblico%20no%20encerramento%20da%20noite%20de%20s%C3%A1bado&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fufsctock.com%2Fmuitamistura%2Fmusica%2Fcobertura-criolo-emociona-plateia-no-encerramento-da-noite-de-sabado%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>
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		<item>
		<title>Cobertura: Swing de Sociedade Soul movimenta a plateia</title>
		<link>http://ufsctock.com/muitamistura/musica/cobertura-swing-de-sociedade-soul-movimenta-a-plateia/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 21:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Soul UFSCTOCK 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo se anima e enriquece o show com roda de dança urbana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/6-of-10.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-829" title="(6 of 10)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/6-of-10-e1317589031697.jpg" alt="" width="650" height="433" /></a></p>
<address style="text-align: right;">Texto: Murilo Bomfim</address>
<address style="text-align: right;">Fotos: Gabriel Vanini</address>
<address style="text-align: right;"> </address>
<div>“Tarde gostosa, hein?”. Foi comemorando o reaparecimento gradual do sol, depois da chuva que refrescou os shows de ontem, que o vocalista e guitarrista da Sociedade Soul, Gustavo Barreto, entrou no palco. O swing característico da banda já tomava conta do ambiente e o público, ainda tímido, mexia o corpo pra lá e pra cá, entrando na vibe que se instalava no ambiente.A música que abriu o show foi também leva o nome da banda, e talvez seja a mais representativa. Sociedade Soul é tão <em>groovy</em> que até os que nem parecem estar curtindo tanto começam a bater o pé no ritmo que vem do palco. E a letra provoca: “eu sou da Sociedade Soul, sei que você também é e sabe o que é bom”.</p>
<p>O quarteto estava visivelmente empolgado com os shows que fizeram no Rio de Janeiro, cidade de onde tinham chegado havia pouco mais de um hora. A banda se apresentou em casas da Lapa, de Botafogo e de Ipanema e ainda curtiu um pouco do Rock in Rio. “Fomos lá pegar a bênção de Stevie Wonder”, brincou o vocalista. A presença na capital fluminense foi importante para dar visibilidade à banda, mas Barreto defende as outras apresentações das quais participou: “eventos como o UFSCTOCK são muito legais porque estão tirando a cultura do eixo. A diversidade que rola aqui e a mistura são coisas muito bacanas, e a cada ano o festival está ficando melhor”, disse garantindo que “não era puxação de saco”.</p>
<p>Cada vez mais <em>funky</em>, o setlist esquentou uma galera em especial. Doze pessoas fizeram uma roda em volta de um tablado improvisado e cada um tinha sua vez de ir ao centro para mostrar o que sabia fazer. “Dançamos na oficina da Escola Aberta do Instituto [Estadual de Educação]. Cada um aqui pertence a um grupo diferente, portanto as nossas referências são diferentes também”, explica Geison Gigoletto, que dança pelo Brooklyn 26. Os amigos viram a programação do festival e decidiram curtir as músicas juntos, cada um com sua arte.</p>
<p>Depois de atender ao pedido de bis da plateia, a banda saiu do palco deixando, no público, a vontade de curtir só mais uma. A última canção foi uma prévia do novo CD, que ainda não tem previsão de lançamento. “Estamos trabalhando num fluxo natural. Não queremos fazer tudo na pressa, mas também não somos de não trabalhar e deixar tudo para depois. Posso dizer que o próximo álbum vai estar bem mais maduro, a banda está com um entrosamento total, de ideias, de amizade, de musicalidade”, adianta.</p>
</div>
<div><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/4-of-10.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-830" title="(4 of 10)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/4-of-10-e1317589400695.jpg" alt="" width="650" height="812" /></a></div>
<div><a href="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/5-of-10.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-831" title="(5 of 10)" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/5-of-10-e1317589466211.jpg" alt="" width="650" height="343" /></a></div>
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		<title>COBERTURA: Olhos de Safira</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 20:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cardume</dc:creator>
				<category><![CDATA[cobertura colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[criolo]]></category>

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		<description><![CDATA[Criolo encanta o público e causa delírio geral ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-820" title="04-droca" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/04-droca.jpg" alt="" width="650" height="422" /></p>
<address style="text-align: right;">Fotos: Pedro Caetano e Rafael Vilela</address>
<address style="text-align: right;">Texto: Ricardo Pessetti</address>
<address style="text-align: right;"> </address>
<p><em>Ah, Criolo no Criolo no! Si, Criolo Si!</em> Assim era o grito entusiasmado do público do UFSCTOCK pouco antes de Criolo subir ao palco. Dj Dan Dan fez a frente e juntos pisaram no tablado mais alto do festival e ao saracotearam os corpos na ginga da umbanda, todos os corpinhos da plateia incorporaram a energia de <em>Mariô</em>. E a partir de agora, não tinha mais volta. Era sem massagem!</p>
<p>E será que tem tempo pra descanso? Como Criolo disse, &#8220;É sem amaciar!&#8221;. A cada música que o expressivo artista cantava, as vibrações de palco e público se misturavam e já não se sabia quem era o MC da apresentação. As mãos no alto, os ombros descolados, pernas no lugar dos braços, braços no lugar das coxas. O primeiro show de Criolo e banda em terras catarinenses foi a purificação da mistura de sensações que o atual destaque da música independente trouxe de São Paulo, ou melhor, da sua quebrada &#8211; Grajauex.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-823" title="criolopb(2011-10-01) 2036" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/criolopb2011-10-01-2036.jpg" alt="" width="650" height="431" /></p>
<p>Quem torceu o nariz quando soube que teria rap na programação do UFSCTOCK viu-se levantando e abaixando o nariz com o movimento sincronizado das cabeças a cada intervenção e surpresa na sequência da apresentação. Era impossível não admirar a presença artística e a versatilidade das expressões do rosto &#8211; quase teatrais &#8211; nas músicas do rapper. Das dores de cotovelos de <em>Domingo a Tarde</em>, de Nelson Ned, o samba de <em>Linha de Frente</em>, o rap pesadíssimo de <em>Demorô</em> até mesmo a sua versão de <em>Cálice</em>, de Chico Buarque. Todo esse carisma conquistou a comunidade Ufsctockiana. Até mesmo quem ecoava o grito de “Rock, Rock, Rock” no começo da tarde, escaldou-se ao perceber a universalidade musical que Criolo e banda demonstram. Uma mistura de rap-samba-reggae-dub-bossa-blues. Entre sopros de flauta e sax, batuques de camdomblé nas intersecções da conga.</p>
<p>As carinhas de dar pena e os manifestos dos fãs para falar com Criolo ao final do show tomaram conta da entrada do backstage. Valia de quase tudo para conseguir falar com o cara, de dizer que era parente próximo, amiga de infância ou que viajou mais de 100 quilômetros para ver o show. Alguns tiveram a oportunidade de conversar com ele em  e pedir autográfos no CD e no vinil que o rapper Correria &#8211; novo destaque do Rap nacional &#8211; estava vendendo na entrada do palco.</p>
<p>Ao final, um senhor de 60 anos que estava próximo ao backstage quase em desespero perguntava “Onde tá aquele menino do vinil? Cadê o menino do vinil?”. Definição da abrangência e da capacidade de cativar os mais diversos públicos de Criolo. E ninguém aqui tá acostumado com sucrilhos no prato, né moleque? E como diz Criolo: “Se o negócio é bão, cê fica chineizin”.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-821" title="06-droca" src="http://ufsctock.com/muitamistura/wp-content/uploads/2011/10/06-droca.jpg" alt="" width="650" height="433" />
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